Seria cômico se não fosse triste!Só se escuta falar nisto no meio politico (salvo o gritante caso do Senador Renan Calheiros), em noticias de jornal, TV, revistas, etc. Na mídia em geral a crítica é sobre o desejo dos governistas, protagonizados por Lula e o ministro da Fazenda Guido Mantega, de manter a CPMF até 2011.
Mas porque será? Este desejo seria para manter as contas em dia? Não deixar faltar verba para a saúde? Bem na verdade a história está mudando um pouco o tom.
Desde que foi criada a CPMF (pasmem o tamanho do que representa esta sigla: Contribuição (?) Provisória sobre a Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira, ufa...) em 1997, pelo governo FHC, seu principal objetivo era, estabelcer uma cobrança sobre as operações de transição de valores das instituições finaceiras (bancos, investidoras, etc.) e canalizar estes valores único e exclusivamente ao Fundo Nacional de Saúde.
O valor da cobrança sobre as transações finaceiras é de 0,38% (aliquota), mas inicialmente era de 0,20% (em 1997).
Esta cobrança foi criada para ser uma medida temporária de auxílio a saúde, mas...
A proposta atual é de que este fundo, e a rumores de que isto já esteja acontecendo, seja usado também para o Fundo de Combate a Pobreza, subtende-se que, veja bem, "tecnicamente" estejam abrangendo a saúde também.
A peregrinação governista continua as portas do senado pela aprovação da prorrogação deste imposto, ou melhor desta "contribuição".





Corpo de Che na lavanderia de um hospital em Vallegrande
Estátua de Che na Bolívia
Vila La Higuera, homenagem a Che
Monumento em Cuba



